Programa de Pós-Graduação em Farmacologia
  • Calendário de matrículas 2021/2

    Publicado em 02/08/2021 às 18:43

    Prezados discentes, divulgamos o calendário de matrículas de 2021/2 com atividades pedagógicas não presenciais.

    Período de matrícula para alunos regulares: 19 a 22/08: período de matrículas online em disciplinas do próprio Programa pelo sistema de Controle Acadêmico da Pós-Graduação (CAPG): www.capg.ufsc.br

    Matrícula de alunos de outros programas da UFSC: a partir de 23/08: início das solicitações de matrículas para discentes de outros Programas de Pós-graduação da UFSC. Sem limite de prazo. A solicitação deverá ser encaminhada para o e-mail: 

    Matrícula em disciplina isolada (pessoas de fora da UFSC): 24 e 25/08. Período para solicitação de matrícula em disciplina isolada pelo sistema de Controle Acadêmico da Pós-graduação (CAPG): https://capg.sistemas.ufsc.br/inscricao/ isolada.

    Orientações para matrícula em disciplina isolada:

    Acessar o endereço https://capg.sistemas.ufsc.br/inscricao/

    Realizar o cadastro para acessar o sistema, caso ainda não possua nenhuma matrícula anterior.

    Na tela de preenchimento, selecionar o nível de “mestrado”. Em “Dedicação ao programa”, selecione “parcial”.  Em “Interesse em bolsa”, selecione “não”. Não indique nenhum orientador. Faça então o carregamento dos documentos exigidos à realização da matrícula isolada, que são: cópia de e-mail da autorização do docente responsável pela disciplinaformulário de matrícula em disciplina isolada, cópias da carteira de identidade, CPF e diploma do curso de graduação ou histórico escolar da graduação caso ainda esteja cursando. Mediante disponibilidade de vagas. As matrículas serão confirmadas ou não por e-mail encaminhado pela secretaria. Observação: se o arquivo do formulário de matrícula em disciplina isolada não abrir, clicar com o botão direito e selecionar “abrir em janela anônima”. Ou utilizar outro navegador.

    As disciplinas do semestre serão informadas no link: https://ppgfarmaco.ufsc.br/disciplinas-3/disciplinas-do-semestre/


  • Publicado em 23/09/2019 às 13:42


  • Palestra – Desafios na pesquisa da doença de Parkinson

    Publicado em 10/09/2021 às 14:54


  • Defesa de Doutorado – Angélica Karina Bernardelli

    Publicado em 08/09/2021 às 10:44

    Link da transmissão: https://us02web.zoom.us/j/87155731717?pwd=SG1qVmxUYUErTjhWZFg3cUx3enpzZz09


  • Defesa de Doutorado – Ruy Roberto Porto Ascenso Rosa

    Publicado em 01/09/2021 às 15:08


  • XVII Curso de Inverno de Farmacologia da UFSC

    Publicado em 23/08/2021 às 11:36

    Vem aí a XVII edição do curso de inverno de farmacologia da UFSC!  As inscrições estão abertas de 23 de agosto a 10 de setembro de 2021. ⏰ Acesse o edital https://cursodeinvernofarmacologia.ufsc.br/.

    Edital 08.2021 – XVII Curso de Inverno do PPGFMC


  • Estudo pioneiro da UFSC ajuda a compreender transtornos psiquiátricos de ansiedade e medo

    Publicado em 18/08/2021 às 10:06

    Um estudo pioneiro publicado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no periódico internacional Molecular Psychiatry do grupo Nature, pode ajudar na compreensão da neurobiologia dos transtornos psiquiátricos que envolvem ansiedade e medo. Segundo os pesquisadores, os resultados representam um potencial terapêutico para o tratamento de ansiedade, estresse pós-traumático e a síndrome do pânico. O artigo é assinado por 14 cientistas, sendo a primeira autora Cristiane Ribeiro de Carvalho, que atualmente desenvolve sua pesquisa de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Neurociências. O estudo foi realizado pelo grupo de pesquisa coordenado pelo professor Roger Walz, vinculado ao Departamento de Clínica Médica do Centro de Ciências da Saúde (CCS), que conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc).

    A pesquisa

    artigo “The ERK phosphorylation levels in the amygdala predict anxiety symptoms in humans and MEK/ERK inhibition dissociates innate and learned defensive behaviors in rats” foi desenvolvido no âmbito dos Programas de Pós-Graduação em Neurociências e Ciências Médicas, Departamentos de Bioquímica e Farmacologia, Laboratório de Estudos em Biologia da UFSC (LAMEB), Centro de Epilepsia da Santa Catarina HU/UFSC, Serviço de Neurologia e Psiquiatria do Hospital Universitário (HU/UFSC) e Unidade de Neurocirurgia do Hospital Governador Celso Ramos.

    Além de Cristiane Ribeiro de Carvalho, o artigo teve a colaboração dos pós-graduandos Mark W. Lopes, Leandra C. Constantino, Alexandre A. Hoeller e Hiago M. de Melo; dos professores Alexandra Latini e Dr. Rodrigo Bainy Leal, Rui Daniel Prediger, Marcelo Neves Linhares, Katia Lin e do psiquiatra Ricardo Guarnieri. Também é assinado por professores de universidade estrangeiras: Zuner Assis Bortolotto (University of Bristol, Reino Unido) e Julio Licinio (State University of New York Upstate Medical University em Syracuse, EUA).

    A pesquisa envolveu uma abordagem científica translacional aplicada do leito para a bancada através de uma estratégia pioneira desenvolvida pelo grupo para o estudo de proteínas quinases. As proteínas quinases funcionam como uma “chave liga e desliga” que promove uma transformação reversível de proteínas através de uma reação química denominada fosforilação, regulando funções das células dos diferentes órgãos do corpo. No cérebro, as proteínas quinases estão envolvidas tanto no funcionamento normal como nas doenças neurológicas e psiquiátricas. Por se tratar de um processo bastante sensível, não é tecnicamente viável estudar de forma fidedigna em amostras de cérebro obtidas de indivíduos que faleceram.

    Os pesquisadores então estudaram a relação dessas proteínas em amostras de tecido cerebral obtidas durante a cirurgia de epilepsia do lobo temporal. Para o professor Roger Walz, esta foi a “grande sacada” do estudo, uma vez que as regiões que precisam ser removidas cirurgicamente para o controle das crises epilépticas estão envolvidas com o processamento de emoções como ansiedade e medo. Essa é a única maneira de se obter tecido cerebral viável para que esse tipo de análise seja feito. Com isso, além de beneficiar pacientes com epilepsia que não respondem a nenhum tratamento com remédios, é possível avançar significativamente no entendimento da epilepsia e de outras doenças cerebrais.

    Ao longo das últimas décadas, a literatura científica tem demonstrado o importante papel das proteínas quinases na plasticidade ou maleabilidade cerebral, isto é, na capacidade de mudança e reorganização dos neurônios quando expostos a novas experiências. Inicialmente, a equipe investigou a associação entre a ansiedade relatada pelos pacientes e a quantidade de quatro diferentes tipos de proteínas quinases detectadas em partes distintas do lobo temporal cerebral, incluindo amígdala, hipocampo e neocórtex removidas cirurgicamente.

    Essa triagem revelou uma forte correlação entre os níveis de ansiedade dos pacientes e a quantidade de uma dessas proteínas quinases detectada apenas na amígdala, estrutura do sistema límbico cerebral, sabidamente envolvida no processamento das emoções. O estudo mostrou que quanto maior o nível de ansiedade, menor o conteúdo desse biomarcador.

    A partir desses achados, os pesquisadores conduziram novos experimentos, dessa vez em cobaias, para investigar se também havia uma associação entre esse biomarcador na amígdala e respostas que mimetizam “comportamento de ansiedade” ou estado de ansiedade em ratos sem epilepsia.

    Os estados de ansiedade e medo podem ser estudados em cobaias de laboratório através da análise de comportamentos inato e aprendido dos animais. O primeiro teste envolve uma situação de conflito do tipo aproximação-esquiva (evitação), enquanto o segundo consiste em uma tarefa onde o animal aprende a antecipar uma resposta de defesa aprendida (comportamento de congelamento) perante uma ameaça iminente (choque nas patas).

    Os comportamentos inatos existem independentemente das experiências vividas, ou seja, mesmo sem nunca ter entrado em contato com um predador, um animal nasce sabendo que o predador representa uma ameaça.  Nesse contexto, as cobaias tendem a evitar locais abertos e expostos pelo receio do predador, mesmo sem nunca terem tido contato com ele.

    Assim como observado nas amostras dos pacientes, o estudo revelou uma forte correlação entre a quantidade do biomarcador na região da amígdala e as diferentes medidas de comportamento do tipo ansiedade em ratos. Para comprovar a relação de causa e efeito dessa associação, o grupo demonstrou que a inibição farmacológica desse biomarcador não afetou o comportamento de ansiedade inato, porém prejudicou a expressão do comportamento de ansiedade e medo aprendidos.

    Os resultados indicam que o biomarcador na amígdala é capaz de predizer os sintomas de ansiedade dos pacientes. Além disso, comprovam que existe uma dissociação do papel da via neuroquímica da proteína quinase na amígdala na manifestação de comportamentos do tipo ansiedade inato e aprendido em ratos, os quais se assemelham ao estado de ansiedade em humanos.

    Esse estudo ajuda a compreender os transtornos psiquiátricos que envolvem ansiedade e medo, ao mostrar a possibilidade de se estudar marcadores bioquímicos em tecido cerebral humano e sua relação com sintomas de ansiedade e humor em paralelo com modelos em cobaias. Além disso, a pesquisa sugere que a modulação da via da proteína quinase pode, futuramente, representar um potencial alvo terapêutico para o tratamento de transtornos psiquiátricos altamente prevalentes como ansiedade, estresse pós-traumático e a síndrome do pânico.

    O artigo completo pode ser acessado aqui.

    Mais informações sobre a pesquisa pelo e-mail 

    Texto de divulgação científica desenvolvido pelos autores do artigo, com edição da equipe da Agecom/UFSC.


  • III Simpósio Catarinense de Fisiologia Cardiovascular

    Publicado em 10/08/2021 às 15:36

     

    O LaFiC – Laboratório de Fisiologia Cardiometabólica – está organizando o III Simpósio Catarinense de Fisiologia Cardiovascular, que conta com quatro palestras nacionais e duas internacionais na área. O evento concederá espaço para doze apresentações orais selecionadas, que irão compor os mini-simpósios.

    As inscrições são gratuitas e o público será limitado a 250 pessoas!

    Inscrições: 02 de agosto até o dia do evento.
    Submissão de resumos: 02 de agosto a 06 de setembro.

    Inscrições na página: https://www.even3.com.br/iscdfc2021/

    Mais informações: https://www.instagram.com/simpcfc/

    Programação do evento

     


     


  • Farmaco Zoom – MSc. Ariadne E. Belo – 11/08/2021 – 10h00min

    Publicado em 10/08/2021 às 13:42


  • Defesa de Mestrado – Mariana Cardoso Silvério

    Publicado em 30/07/2021 às 16:37


  • Nota de pesar: falece o Prof. Adair Roberto dos Santos Soares

    Publicado em 07/07/2021 às 10:25

    A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) comunica, com imenso pesar, o falecimento do professor do Centro de Ciências Biológicas (CCB), Adair Roberto Soares dos Santos. O professor faleceu nesta terça-feira, 6 de julho, de um infarto. Ele tinha 52 anos.

    O professor Adair recebeu seu primeiro título, sua Graduação em Farmácia-Análises Clínicas pela UFSC em 1992, e foi na UFSC também que ele concluiu seu mestrado, em 1995, e doutorado em 2000, pelo Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da UFSC.

    A UFSC se tornou seu local de trabalho, como professor efetivo, a partir de sua nomeação em agosto de 2002. Desde então, foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Neurociências, chefe e vice-chefe do Departamento de Ciências Fisiológicas. Atualmente destacava-se como pesquisador do CCB, em nível de produtividade 1B no CNPq, atuando em seu departamento e nos programas de pós-graduação em Neurociências; Multicêntrico em Ciências Fisiológicas (ambos na UFSC); no Programa de Pós-Graduação em Bioquímica e Farmacologia da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e como colaborador no Programa de Pós-Graduação em Farmacologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

    Era especialista em pesquisa da dor e da inflamação, atuava como coordenador do Laboratório de Neurobiologia da Dor e Inflamação (Landi), no CCB. Seus colegas destacam sua carreira notável como pesquisador, e como ele era uma pessoa amável, amiga, que partiu precocemente, de uma maneira muito repentina.

    Uma cerimônia em sua memória ocorrerá na quarta-feira, dia 7 de julho às 15h no Crematório Vaticano, em São José (Rua Antônio Jovita Duarte, 9203, Forquilhinha).

    A UFSC e os tantos colegas e alunos do professor Adair se solidarizam com sua família neste momento de dor.

    Fonte: https://noticias.ufsc.br/2021/07/nota-de-pesar-falece-o-professor-adair-roberto-soares-dos-santos-do-centro-de-ciencias-biologicas/